
José Carlos Bonaldo (foto) em Campinas fazendo a apresentação das bolsas coletoras da Shelter/Casex na ultima reunião realizada pela Associação dos Ostomizados de Campinas e Região nesta apresentação ainda como funcionario da De Pauli, mas já na semana seguinte houve uma mudança radical. José Carlos Bonaldo desligou-se da referida organização e passou a ser representante da Shelter/Casex em todo o Estado de São Paulo em decisão que envolveu o Y. Okazaki, consultor contratado especialmente para um levantamento da situação aqui em São Paulo e o proprio dono da fabrica que é o Herman Mora Casella. Para resumir o que aconteceu é que houve uma guinada radical tornando São Paulo independente, autonomo, numa tentativa de conquistar o mercado de bolsas e curativos. Bonaldo, segundo suas declarações, apresentou uma serie de exigencias, principalmente modificação nas apresentações do produto e outros requisitos quase todos eles ligados somente a produtividade. O nosso blog foi consultado duas vezes pelo Okazaki, profissional de alto nivel, formado pelo ITA, e atualmente trabalhando na area da Embraer também como consultor, e na ocasião dissemos que o mercado de São Paulo é exigente especialmente em termos de qualidade de bolsa mas que necessitava também de uma variedade muito grande dos tipos de bolsas. Como sempre declara a presidente da AOESP, São Paulo tem a mais extensa e a mais bem feita relação de bolsas do país adaptavel a qualquer tipo de ostoma superando a casa de uma centena de variedades e que jamais pode se restringir a meia duzia de variedades ou somente recortaveis como alguns profissionais querem. A justificativa para isso é que os grandes laboratorios de firmas multinacionais estão instalados aqui em São Paulo e eles apresentam os modelos mais atualizados do mundo de tal forma que transformou uma deficiencia numa qualidade de vida plenamente aceitavel. Esse tipo de pensamento é adotado também pela enfa. estomaterapeuta Maria Socorro de Oliveira, do Hospital Alvaro Aguiar, de Santos, que com uma veemencia autoritaria diz que trabalha com uma variedade de 45 tipos de bolsas, mas que se surgir ostomizado que necessita de um outro tipo de bolsas ela não hesita em fazer o pedido aos laboratorios. A Maria Socorro está muito bem ao par do que existe no mercado de bolsas.
Com relação a bolsas recortaveis ela também rejeita porque nem sempre o paciente consegue recortar adequadamente que evite feridas, isto é que a pele entre em contacto com dejetos o que obviamente provoca feridas.
Mas mais insistente
é o proprio presidente da Associação dos Ostomizados de Santos e Litoral, Roberto de Moura, ostomizado experiente que, segundo ele, só tem um objetivo, buscar a qualidade de vida para os ostomizados.
E é nesse Estado de 70 mil ostomizados, todos eles exigentes, que a Shelter/Casex, uma industria totalmente nacional busca colocar os seus produtos para abocanhar uma parte que seja desse riquissimo mercado atraves de um profissional com uma longa experiencia no setor. A tarefa assumida pelo Bonaldo não é nada facil se a produção não acompanhar a qualidade que o mercado exige. Mas por outro lado ele precisa também de divulgação e muita divulgaçao e o que se sente é que nessa parte também haverá mudança. A Luana ficará encarregada de toda a parte publicitaria e produção de marketing porém o Bonaldo necessita de um pouco mais de aceitação pelas dezenas de associações espalhadas pelo Estado porque as entidades peneiram as qualidades das bolsas, analisam o valor exato dos produtos e tudo isso exige paciencia e perseverança.
Mas também não há como não dar certo porque, como exemplo, temos a Life Sul, organização bem estruturada com profissionais capacitados que como diz a Candida Marchi, presidente da ACO, coloca a Shelter em pé de igualdade com as grandes multinacionais Hollister, Convatec e Coloplast
Com relação a bolsas recortaveis ela também rejeita porque nem sempre o paciente consegue recortar adequadamente que evite feridas, isto é que a pele entre em contacto com dejetos o que obviamente provoca feridas.
Mas mais insistente
é o proprio presidente da Associação dos Ostomizados de Santos e Litoral, Roberto de Moura, ostomizado experiente que, segundo ele, só tem um objetivo, buscar a qualidade de vida para os ostomizados.
E é nesse Estado de 70 mil ostomizados, todos eles exigentes, que a Shelter/Casex, uma industria totalmente nacional busca colocar os seus produtos para abocanhar uma parte que seja desse riquissimo mercado atraves de um profissional com uma longa experiencia no setor. A tarefa assumida pelo Bonaldo não é nada facil se a produção não acompanhar a qualidade que o mercado exige. Mas por outro lado ele precisa também de divulgação e muita divulgaçao e o que se sente é que nessa parte também haverá mudança. A Luana ficará encarregada de toda a parte publicitaria e produção de marketing porém o Bonaldo necessita de um pouco mais de aceitação pelas dezenas de associações espalhadas pelo Estado porque as entidades peneiram as qualidades das bolsas, analisam o valor exato dos produtos e tudo isso exige paciencia e perseverança.
Mas também não há como não dar certo porque, como exemplo, temos a Life Sul, organização bem estruturada com profissionais capacitados que como diz a Candida Marchi, presidente da ACO, coloca a Shelter em pé de igualdade com as grandes multinacionais Hollister, Convatec e Coloplast
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