A foto mostra uma parte da diretoria da Associação dos Ostomizados de Rio Preto e Região e também Eric Nishimura, gerente de marketing da Coloplast. A Associação entra, segundo informações que temos recebido, plenamente em suas atividades na sede cedida pela Prefeitura de São José do Rio Preto, uma enorme mansão dividida em varios comodos onde poderão ser montados serviços de todas as modalidades de ostomia. A sede será usada em parceria com outra modalidade de saude, mas como o espaço é enorme, acreditamos que o serviço a ser prestado pela Associação junto ao enorme numero de ostomizados do municipio e de localidades vizinhas será muito bom. A Sioneia, presidente, conseguiu reativar uma entidade que estava desativada já há quatro anos, pagou todos os impostos atrazados e passou a formar o grupo de ostomizados que em pouco tempo correspondeu as espectativas.
Uma Associação em geral não tem recursos proprios, não existe ajuda oficial do governo, embora os serviços prestados por uma associação sejam primordiais para os ostomizados, especialmente aqueles que recebem alta sem a minima indicação dos procedimentos seguintes. A presidente precisa agora formar um meio adequado de arrecadar verbas pelo menos suficiente para continuar as suas atividades. Pela experiencia que nos temos o publico ostomizado apesar do enorme beneficio de que é alvo não contribue praticamente com nada. Nos conhecemos associações que pede, de cada um, pelo menos dez reais mensais para poder pagar as necessidades de materiais, porém até isso é recusado. Então o problema do dinheiro precisa de um planejamento adequado senão a associação não sobrevive. Contar com a boa vontade dos laboratorios também é muito dificil porque em principio se eles colaborarem com uma entidade obviamente não poderão negar para outras entidades. Ora, um Estado, p. ex. como Santa Catarina com dois mil e poucos ostomizados tem 18 associações, Paraná também com aproximadamente dois mil e alguns ostomizados tem muitas associações. Nem falemos de São Paulo porque aqui o numero de ostomizados ultrapassa os setenta mil e o numero de associações proporcionalmente é pequena, mas pode se dizer que é quase o dobro de qualquer estado.
O final de ano aí está e todas as diretorias de entidades assistenciais aos ostomizados precisam planificar como continuar as atividades para o proximo ano e a maior dificuldade é a verba.
Uma Associação em geral não tem recursos proprios, não existe ajuda oficial do governo, embora os serviços prestados por uma associação sejam primordiais para os ostomizados, especialmente aqueles que recebem alta sem a minima indicação dos procedimentos seguintes. A presidente precisa agora formar um meio adequado de arrecadar verbas pelo menos suficiente para continuar as suas atividades. Pela experiencia que nos temos o publico ostomizado apesar do enorme beneficio de que é alvo não contribue praticamente com nada. Nos conhecemos associações que pede, de cada um, pelo menos dez reais mensais para poder pagar as necessidades de materiais, porém até isso é recusado. Então o problema do dinheiro precisa de um planejamento adequado senão a associação não sobrevive. Contar com a boa vontade dos laboratorios também é muito dificil porque em principio se eles colaborarem com uma entidade obviamente não poderão negar para outras entidades. Ora, um Estado, p. ex. como Santa Catarina com dois mil e poucos ostomizados tem 18 associações, Paraná também com aproximadamente dois mil e alguns ostomizados tem muitas associações. Nem falemos de São Paulo porque aqui o numero de ostomizados ultrapassa os setenta mil e o numero de associações proporcionalmente é pequena, mas pode se dizer que é quase o dobro de qualquer estado.
O final de ano aí está e todas as diretorias de entidades assistenciais aos ostomizados precisam planificar como continuar as atividades para o proximo ano e a maior dificuldade é a verba.
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