sexta-feira, 1 de outubro de 2010

VERA LUCIA GOUVEIA E A ESTOMATERAPIA













Considerada como uma fundadora do curso de pos-graduação de estomaterapia, doutora concursada, professora da Universidade de São Paulo, Vera Lucia Gouveia, convidou a Amelia Yocico Arakaki, presidente da AOESP para uma palestra sobre entidades de ostomizados para as suas alunas neste semana onde foram analisados varios temas referente a ostomia em geral. O local foi na Escola de Enfermagem, um predio ligada ao Instituto da Criança, no HC. A professora disse que atualmente existiam 17 cursos de pós-gradução e não 22 como haviamos previsto e que realmente estão funcionando, mas sem a devida regulamentação. Ela enfatizou a importancia da existencia de associações dos ostomizados que complementam o trabalho cirurgico dos medicos e das estomaterapeutas proporcionando materiais e o encaminhamento correto das pacientes a burocracia de agendamento, avaliação, etc.
Vera Lucia Gouveia, professora de decadas de ensino e no momento, cremos nos, é a pessoa que comporta o maior numero de conhecimentos e experiencias em termos internacional isto porque as ditas grandes associações só funcionam se tiverem verbas em caixa o que nem sempre acontece. Ela ainda tem forte influencia junto a SOBEST, mas a sua maior força está na sua visão critica de certas atitudes que são tomadas erroneamente pelas autoridades em detrimento dos ostomizados.
A maior duvida parece ser a seguinte: .....afinal as ditas lideranças trabalham em prol da qualidade de vida dos ostomizados ou ao contrario dificultando cada vez mais, já nem se falando em qualidade, mas sobre a sobrevivencia dos ostomizados. E a pergunta é simples: como pode um ostomizado viver sem o uso das bolsas coletoras.
E a professora tem toda a razão porque nos proprios já vimos um cidadão idoso, de mais de 80 anos, ostomizado, sentado numa cadeira de espera e chorando copiosamente porque o posto não tinha a bolsa adequada para o seu uso. Segundo o volumoso codigo dos idosos, os direitos dos idosos, dos deficientes em geral, judiar (seria o termo?) ou recusar condições de vida para uma pessoa assim é por demais penoso.

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