Chega até nos uma historia interessante de ostomizado onde pergumtamos como pode acontecer uma coisa dessa numa cidade, Grande São Paulo, com população que ultrapassa quinze milhões de pessoas e que o numero de ostomizados deve ultrapassar os trinta mil. Conta-se que um cidadão cadastrado no polo de Osasco, ostomizado, com prolapso de aproximadamente 26 cm de comprimento foi pedir bolsa coletora. O rapaz encarregado da entrega de bolsa simplesmente disse que não tinha bolsa adequada porque necessitava de uma com minimo 100 mm e ele na ocasião usava uma pequena, totalmente inadequada, onde o intestino ocupava todo o espaço e ainda ameaçava estourar a qualquer momento. O rapaz mandou o ostomizado procurar uma associação que "talvez tivesse uma adequada".
A Associação não tinha e por sorte estava recebendo a visita de um representante de laboratorio acompanhado de uma estomaterapeuta, por sinal muito competente. E o rapaz tinha a bolsa adequada como também quem o ajudasse a trocar a bolsa. O ostomizado, com a sua propria mão, pegou o seu intestino e, devagar, introduziu de volta no abdomem. A estomaterapeuta, limpou e ajeitou a enorme bolsa no local do ostoma. E após a colocação da bolsa, o prolapso mostrou-se inteiro ocupando todo o comprimento da bolsa. Ganhou, de presente, mais quatro peças para eventual troca e foi embora. Por enquanto a sua sorte estava de pé.
Mas tudo isso foi uma improvisação porque as quatro peças de reserva não iriam durar para sempre, quando muito a cada tres dias ele teria que fazer a troca de forma que a durabilidade não iria ultrapassar meio mes. E depois? E a avaliação para o enorme intestino que estava fora do abdomem?E dentre os milhares de ostomizados quantos estariam convivendo com o mesmo problema?
A Associação não tinha e por sorte estava recebendo a visita de um representante de laboratorio acompanhado de uma estomaterapeuta, por sinal muito competente. E o rapaz tinha a bolsa adequada como também quem o ajudasse a trocar a bolsa. O ostomizado, com a sua propria mão, pegou o seu intestino e, devagar, introduziu de volta no abdomem. A estomaterapeuta, limpou e ajeitou a enorme bolsa no local do ostoma. E após a colocação da bolsa, o prolapso mostrou-se inteiro ocupando todo o comprimento da bolsa. Ganhou, de presente, mais quatro peças para eventual troca e foi embora. Por enquanto a sua sorte estava de pé.
Mas tudo isso foi uma improvisação porque as quatro peças de reserva não iriam durar para sempre, quando muito a cada tres dias ele teria que fazer a troca de forma que a durabilidade não iria ultrapassar meio mes. E depois? E a avaliação para o enorme intestino que estava fora do abdomem?E dentre os milhares de ostomizados quantos estariam convivendo com o mesmo problema?
Nenhum comentário:
Postar um comentário