A cisão nas fileiras do Morhan é tão certa como a luz do dia, porém enquanto os verbos se digladiam o coitado do hanseniano sofre porque: o então governo Lula prometeu um pagamento mensal de 750,00 reais para custeio dos hansenianos sequelados e também dos não, todavia a burocracia no pagamento desse valor foi caminhando e dificultando tanto é que são poucos os que se beneficiaram desse valor. O valor hoje deve estar beirando os mil reais, um pouco menos do que dois salarios minimos, nada mais justo porque até os presidiarios recebem dinheiro para custeio das crianças. Então a discussão gira em torno dessa verba porque de um lado teima na burocracia e de outro pede urgencia porque o hanseniano sequelado é assim, se não tem tratamento adequado e mesmo que tenha, vai perdendo membros (visitem o Emilio Ribas) e no fim perde a vida e dessa forma em São Paulo lá se foram mais de 300 mil hansenianos para a companhia de Deus e logicamente esse valor não é hereditario e obviamente não foram aquinhoados com o valor prometido pelo ex-presidente Lula. Noutro dia o coordenador nacional (há mais de vinte anos no poder, superou o Chaves) concordou que a coordenadoria do Jabaquara estava dissolvido e agora envia um e-mail dizendo que é "apenas uma tentativa de colocar ordem interna no movimento em que o nucleo de Jabaquara, apesar da reunião ocorrida de se evitar ações nacionais sem consultar a instancia do movimento."
A ex-coordenadora do tal nucleo Jabaquara trabalha, do verbo trabalhar, assistir, defender, os hansenianos há trinta anos e é hanseniana imunizada graças a assistencia da OMS no Brasil que tranquilizou o país mais ou menos durante vinte anos, depois do que gradativamente foram sendo desativadas as vergonhosas concentrações sediadas em varias localidades, Itu, Bauru, Mogi, Guarulhos, etc e quando Lhofei Sassakawa esteve há dois anos no Brasil verificando que o indice brasileira beirava os 25 hansenianos para cada dez mil habitantes perdeu a paciencia e disse para o nosso presidente na epoca que o Brasil não tinha vontade nenhuma de diminuir a hanseniase. O indice aceito pela OMS é de um hanseniano para cada dez mil habitantes e ainda ontem ouvi uma pessoa do movimento dizer que em São Paulo procurava atingir meio, metade de um, por cada dez mil habitantes (uma piada)
Na foto temos a Leide Masson e Akiko Akiyama.
A ex-coordenadora do tal nucleo Jabaquara trabalha, do verbo trabalhar, assistir, defender, os hansenianos há trinta anos e é hanseniana imunizada graças a assistencia da OMS no Brasil que tranquilizou o país mais ou menos durante vinte anos, depois do que gradativamente foram sendo desativadas as vergonhosas concentrações sediadas em varias localidades, Itu, Bauru, Mogi, Guarulhos, etc e quando Lhofei Sassakawa esteve há dois anos no Brasil verificando que o indice brasileira beirava os 25 hansenianos para cada dez mil habitantes perdeu a paciencia e disse para o nosso presidente na epoca que o Brasil não tinha vontade nenhuma de diminuir a hanseniase. O indice aceito pela OMS é de um hanseniano para cada dez mil habitantes e ainda ontem ouvi uma pessoa do movimento dizer que em São Paulo procurava atingir meio, metade de um, por cada dez mil habitantes (uma piada)
Na foto temos a Leide Masson e Akiko Akiyama.
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