domingo, 4 de setembro de 2011

AINDA A ESCLEROSE MULTIPLA EM SÃO PAULO


No primeiro plano da foto podemos ver tres cadeirantes e uma de bengala, as quais com certeza são vitimas da esclerose multipla incluindo-se a Cleuza usando uma cadeira vermelha. São pessoas bonitas, de flagrante vitalidade, nada de excepcionalidade a não ser o fato de que se locomovem com o auxilio de cadeiras porque a esclerose já teve inicio exigindo um tratamento severo não propriamente para curar mas para impedir que progrida. A propria Cleuza apresenta uma jovialidade fisica na aparencia e conversando nota-se o funcionamento do seu intelecto em perfeitas condições demonstrando amplo conhecimento e nenhum lapso de esquecimento ou de vacilo nos pensamentos, mas o monitoramento fisico encontra-se comprometido. E quantas vitimas temos afetados pela esclerose multipla no Brasil? Não existe dados seguros e nem o IBGE se deu ao trabalho de uma estatistica de preferencia regional. A Cleuza calcula que exista de 15 a 28 pessoas com esclarose multipla em cada 100 mil pessoas o que daria uns tres mil a quase seis mil pessoas, no Brasil ou talvez mais, porém jamais levando-se em conta o dito popular de que fulano de tal está esclerosado dando a entender que a cabeça não está funcionando bem o que não passa de simples mitificação nunca de uma verdade. Os representantes de laboratorios presentes ao evento tinham exposto cartazes pedindo o preenchimento de um questionario que talvez desse indicio de quantas vitimas de esclerose multipla nos temos no Brasil. Em nosso país logo se culpa as autoridades de inepcia quando ocorre alguma falha, mas cremos que não seja esse o fato porque somente em São Paulo temos 45 patologias, algumas rarissimas e ainda faltando muitas que nem são examinadas, verificadas ou catalogadas na medida em que se aumentam o uso de drogas cada vez mais variadas e sofisticadas.

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