Arthur Pinto Filho é um advogado muito conhecido e famoso na defesa das causas da população, mormente no setor de saude e desta vez atendeu os deficientes principalmente das zonas norte e leste, donde a maioria demanda o posto PAM Varzea do Carmo em busca de equipamentos, remedios e muitas vezes atendimentos clinicos. Para isso eles vem de trem ou coletivos, predominando sempre o coletivo que é mais facil a acessibilidade e descem no terminal Dom Pedro II. Desse terminal até o Posto é relativamente pequena a distancia porém existem varios viadutos que eles precisam atravessar por baixo onde geralmente predominam marginais principalmente depois que as autoridades acabaram com a cracolandia.
A Leide Masson, hanseniana e coordenadora dos hansenianos em toda a região de São Paulo e periferia, tem necessidade de que os seus consigam atingir o Posto para tratamento em segurança e resolveu recorrer a promotoria para através dela interagir na SP Trans, que, ontem, por sua vez enviou a Rosa Maria Correa, advogada e gerente da SPTrans.
Durante a explicação das dificuldades que os pacientes não sós os hansenianos estavam tendo no momento para atravessar um curto espaço não foi facil porque a representante da companhia coordenadora dos coletivos começo a exigir numeros exatos da demanda, tipos de dificuldades, etc. A ideia em sí era colocar um onibus circular que indo e vindo até o Posto Pam Varzea do Carmo evitaria que no caminho os deficientes fossem atacados pelos marginaris pois durante a semana que vai de segunda a sexta-feira era consideravel "em torno de mais de sete mil pessoas"porque o posto não era dedicado somente aos hansenianos, mas também a varias outras patologias e também que fornecia remedios de alto custo.
A advogada Rosa Maria Correa apenas prometeu apresentar o problema aos setores competentes da SPTrans mas que pediria que os responsaveis pelos requerentes apresentasse uma carta por escrito da diretora do PAM Varzea do Carmo reconhecendo as dificuldades existentes.
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