A foto mostra de um lado a Zenaide Santos Prado, presidente da Associação dos Ostomizados de Anapolis e de outro Francyhelton Mira, presidente da Associação dos Ostomizados do Pará. A diferença de idade entre eles é praticamente o dobro, porém os dois presidentes tem um objetivo em comum: proporcionar uma vida digna para seus ostomizados, só que a dimensão territorial de Anapolis, um municipio encravada entre Goiania e Brasilia é menor do que o municipio de Belém, com um total de aproximadamente 120 ostomizados. Agora no caso do Helton a situação muda completamente: um territorio imenso cortado, cercado e muitas vezes invadido pelas aguas caudalosas do Amazonas e seus afluentes e ainda com economia dispar. Só para se ter uma ideia, o estado do Pará tem 95 por cento do minerio chamado de niobio, de muito mais valor do que o ouro e disputadissimo no mercado mundial. Basta dizer que o Canadá, dono do restante cinco por cento do niobio consegue com a sua extração mudar o aspecto da vida da sua população. E nos que temos 95 por cento... Bem, o estado do Pará tem as mesmas dificuldades do estado Amazonas, municipios encravadas em locais distantes da capital como Santarem, Humaitá, etc. e ainda tem um indice de hansem amedrontador, cujo indice chega a 45 pacientes afetados sem imunização para cada dez mil habitantes, e tem enchentes em certas epocas do ano e ainda tem que lutar contra falta de estradas e desmatamento piratas. Em certas localidades as tribos indigenas estão agindo melhor do que o policiamento florestal impedindo que arvores centenarias sejam derrubadas e pirateadas no comecio exterior. E tem também a ilha de Marajo com uma geografia de dificil controle. E até os cães estão se transformando em materia de critica porque por cada cabeça de cachorro as autoridades estão pagando cinco reais...
Bem, nesse mundareu de dificuldades o nosso amigo presidente Helton reuniu todas as autoridades do Pará e resolveu criar polos de dispensação de materiais de ostomia pelo interior, uma necessidade premente porque Santarem p.ex. vinha buscar bolsas em São Paulo, através da AOESP.Será que ele consegue? Mauro Pereira Coelho, presidente da ASSOAM, hoje afastado porque é candidato a deputado estadual pelo PSOL, não conseguiu e, desesperado, foi buscar força na politica estadual.
A verdade é que a região Norte está com problemas mil incluindo Roraima e Amapá. O estado de Roraima certa epoca ficou dois anos sem bolsas coletoras e Amapá com um porto miseravel busca sustentação atraves de prostituição infantil. Na verdade o povo de Roraima conseguia um bom comercio contrabandeando combustivel da Venezuela. ou seja compra gasolina a cinco centavos e revendia no Brasil com um lucro fabuloso, mas agora isso se tornou dificil porque os policiais de fronteiras descobriram e cada carro que entra no seu pais tem que pagar uma taxa então até contrabando tem que pagar "imposto".

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