domingo, 26 de agosto de 2018

岸壁の母~歌謡ぶし入り~ 坂本冬美 2004

北国の春 - 千昌夫 HD-1080i CHJ

Teresa Teng -Toki no Nagareni miwo makasse / Wakare no yokan

KAYAMA YUZO- KIMI TO ITSU MA DE MO

"KITAGUNI NO HARU"

domingo, 3 de junho de 2018

TERRIVEL PROBLEMA DE SOBREVIVENCIA !

A foto foi inserida publicamente num dos noticiarios comuns porém sem citar a localidade, a causa da situação de total penuria, etc.etc que o publico pode perceber apenas vendo a foto. Percebe-se que o chefe de familia, no caso pai das tres crianças, marido da pobre senhora, e dono das, digamos varias paneiras totalmente isento de quaisquer comidas. E a grande pergunta sobressalta qualquer tipo de inteligencia num ponto de interrogação:PORQUE?
O pai tem alguma profissão? Provavelmente não. As crianças estão matriculadas em alguma escola? É claro que não! E a mãe, o que estaria pensando? De que região brasileira seria? De uma coisa podemos ter certeza, não é de cidade! Então é da roça? Num primeiro instante, vendo as crianças e a propria mãe encolhida numa peça de cimento abandonado que talvez estives lá por falta de verba das  autoridades ou alguma companhia de engenharia.A foto ressente-se de mais explicações, todavia a verdade verdadeira de uma familia interiorana ressentindo-se de falta de trabalho para o chefe da casa, escola para as crianças e acima de tudo comida, subsistencia para todos que podemos considerar essencial, está totalmente em falta. Mas como e porque essa familia chegou a esse ponto? A esposa e o marido são letrados?Tem ou teria dinheiro para o minimo de subsistencia  alimentar? O que o pai das crianças, o marido da esposa, enfim, o responsavel por tudo isso, o que estaria pensando vendo o horizonte que possivelmente nada de bom apresenta?
Do que essa familia precisa de imediato? Alimentação!
Do que o provavel chefe da familia e naturalmente em companhia da esposa e as crianças para o futuro precisam? Escolaridade!
Não posso admitir que o nosso pais não seja capaz disso para o bem do seu povo.



x

sexta-feira, 18 de maio de 2018

ATHUMOI TOMO SHIRAISHI, VOLUNTARIA DA AOESP

Athumoi Tomo Shiraishi, um nome que ela propria diz que é complicado, o que não é caso raro porque quando os imigantes niponicos se registravam nos cartorios ou quando iam ao cartorio para inscrever o nome da criança recém nascida é logico que o nome era ditado em japones e o escrevente tinha .muita dificuldade em escrever corretamente mesmo porque em idioma niponico o R e o L tinha a mesma pronuncia. Ela é mais conhecida como Dona Antonia, voluntaria da Associação dos Ostomizados do Estado de São Paulo. A pequena sala ocupada pela entidade no PAM Varzea do Carmo, sito a rua Leopoldo Miguez, 327, bairro Cambuci, na capital do Estado, já há mais de trinta anos promovendo assistencia aos ostomizados em geral, uma herança, digamos, deixada pelo saudoso médico coloproctologista Paulo Piratininga Jatobá que foi quem fundou a entidade numa epoca em que não existia nenhum laboratorio fornecedora de bolsas coletoras na decada de 70 e que os ostomizados se serviam de meia bola de borracha adaptada, mas que não resolviam o prolbma dos ostomas até a vinda da Hollister que trouxe a famosa bolsa de karaya. Mas hoje o assunto é dona Antonia, num exemplo  de como funciona a parte assistencial da entidade para os ostomizados em geral, especialmente no dia reunião que se realiza mensalmente, a bem dizer praticamente em todas terceira quarta-feira de cada mes. 
A AOESP  ajuda os deficientes em todos os aspectos fisicos e psicologicos, mas para aqueles ditos colaboradores não tem refeição matinal e a dona Antonia, mãe de tres filhos, com a ajuda especialmente da filha moça, ela traz sacolas e mais sacolas recheadas de comestiveis que vão desde deliciosos bolos até sanduiches que energiza os e as colaboradoras com energia para preparativoda sala de reunião, recepção dos pacientes e visitantes como também guarida para o palestrante. O fotografo é abastecido de energia e demais membros da equipe recebe energia suficiente para servir todos os presentes. Em todas as reuniões somos servidos com o delicioso cafezinho e demais comestiveis que nos dá energia suficiente para promover doze reuniões por ano, dar assistencia aos ostomizados que nos procuram especialmente nessa epoca de total carencia de material e que finalmente encerra-se num delicioso sorriso de felicidade a cada vez que cumprimentamos os membros que compõe a equipe de voluntarios e diretoria da entidade.